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2010. 6 de Janeiro. (Folha
Online) "De
mudança para São Paulo, Marina Lima quer 'começar de novo'" -
Como na letra de uma de suas
baladas mais famosas, Marina Lima, 54, procura agora por outros olhos e
armadilhas. A cantora está de mudança para São Paulo. Ensaia show com
repertório basicamente inédito, dirigido pelo arquiteto Isay Weinfeld. E que
deve gerar um CD de estúdio neste ano. Também está previsto para 2010 o
primeiro livro, "Entre as Coisas", "quase um almanaque" que reúne, segundo
ela, "as coisas que me interessam: o mundo da música, do canto, das
mulheres". E, por fim, o DVD que registra o emblemático show "Primórdios",
dirigido por Monique Gardenberg em 2006.
Marina
recebeu a reportagem da Folha no estúdio em Porto Alegre onde ensaia com sua
banda. "Porto Alegre me parece ser um lugar de muita gente de ponta.
Leia-se: à frente. Leia-se: maluco", brincou.
(da Folha de São Paulo, em Porto Alegre)

FOLHA -
Você já viveu algumas temporadas em São Paulo. No que sua saída do Rio é
diferente agora?
MARINA LIMA - Agora, vou sair para viver. Quero começar minha vida.
Recomeçar de outro ponto, em outro lugar. Tem um "começar de novo" nisso,
mas tem também um continuar. Quando quis estudar guitarra, fui para São
Paulo. Quando quis entender a linguagem dos computadores, fiz a mesma coisa.
A cidade me atrai. É como se estivesse me mudando para outro país que fala a
mesma língua.
FOLHA - Uma espécie de desafio?
MARINA - Começar tudo de novo em outra cidade é uma grande mudança.
Domino o Rio. A cidade me é familiar, é fácil viver nela. Mas estou muito
isolada. O que tenho no Rio? Minha casa, meus familiares, mas não tenho
muito com quem trocar.
FOLHA - Isolada como? A sua turma não é
mais...
MARINA - Não faço parte de turma, nunca fiz. Do auge do meu sucesso
até agora, era só eu e o [irmão Antonio] Cicero. Não sou do Asdrúbal, não
sou da turma dos baianos. Acontecem coisas singulares comigo no Rio. Vou ao
cinema sozinha, faço tudo sozinha.
FOLHA - Vai vender a casa no Rio?
MARINA - Minha casa não é mais minha. Morei anos sozinha em uma
cobertura enorme na Lagoa. Pensei muitas vezes: "De que me adianta essa
vista?". Vendi aquela cobertura e aluguei um apartamento em Ipanema sem
vista nenhuma, só com vista para dentro. E muito menor. Está tudo espremido.
Então São Paulo representa, agora, voltar ao paraíso.
FOLHA - Mudanças pessoais estimularam a
mudança de cidade?
MARINA - Envelheci e passei a investir em outras coisas, em estar
mais em casa, ler, ficar no computador. E gostei. É como se agora isso não
fosse mais perda de tempo. No Rio, viver assim não funciona muito porque
você para de circular em lugares centrais para a coisa social continuar
acontecendo.
FOLHA - Você registrou um de seus shows mais
emblemáticos, "Primórdios", que seria lançado em DVD...
MARINA - "Primórdios" parecia ser minha grande volta aos palcos.
Porque "Sissi na Sua" [show de 2000], que teria sido essa volta, era muito
radical. Eu estava saindo daquela loucura toda [perda da voz causada por
depressão], era um show sobre as dificuldades que as pessoas que não se
adequam têm de passar para não morrer.
FOLHA - O público não entendeu?
MARINA - Alguns nerds se conectaram, mas não o grande público. Eles
esperavam aquela Marina, e aquela Marina não voltou. Aquela nunca mais vai
voltar. Não existe volta. Existe a continuidade das coisas. Aquele show
representava um esforço para dizer: "Eu não fui, eu não morri, a loucura não
me sucumbiu, eu consegui voltar". Mas não voltei igual, voltei talvez até
ameaçadora para quem está acomodado. Para algumas pessoas, a vida não tem
crise.
FOLHA - Falar abertamente sobre depressão
incomoda, é isso?
MARINA - Acho que é um estigma. Fui fichada porque tive depressão,
marcada que nem gado. É como ficha na polícia. Tem gente que fica fingindo.
O Silvio Santos, por exemplo. Ninguém quer saber se o cara teve derrota, se
tem problemas pessoais. O que interessa para o mundo é aquele sorriso dele.
Não faço essa linha. Sou fascinada pela vida, com a dor que isso possa
implicar.
FOLHA - O DVD vai sair?
MARINA - Vai. Mas não vou dizer datas. Fiquei constrangida porque
andei divulgando prazos de lançamento de um livro que está sendo feito, mas
não consegui cumprir porque não depende de mim. Se eu fosse dona da banca...
Meu tesão por esse ofício voltou com tudo, e a idade pode ser um fator
determinante nisso. É a proximidade da morte. Mas, enquanto estou viva, o
conhecimento me excita. O mundo anda, e você não pode achar que é uma obra
acabada. É uma obra em aberto. A não ser que queira ficar lá, cristalizada.
Não é o meu caso.
31 de Janeiro.
Marina Lima curtiu o Bailinho, no Rio, nesse domingo.
1º de Fevereiro. (Revista Estilo) "Bailinho
tem Marina Lima como DJ convidada"
Ontem foi dia de fechar o fim de semana com
Bailinho. E a festa está cada vez mais produzida. Agora, pra ficar com ainda mais
cara de verão, alguns “banhistas” tomam sol em cangas, lêem revistas e batem papo na área externa do evento.
Uma instalação criativa e que faz o maior sucesso. Ontem a DJ convidada foi
Marina Lima, que flagrei nas carrapetas ao lado de Rodrigo Penna (a fumaça é
efeito especial da festa!) Ela foi de hits dos anos 80, como "Fixação", do Kid Abelha, ao pop de Britney Spears, com Toxic. (por
Manuella Menezes)
2 de Fevereiro. (Jornal O Globo)
Marina Lima posa com
Rodrigo Pena, o ator que promove o Bailinho, festa dos decolados na qual a
cantora fez um bico de DJ.
14 de Fevereiro. (Abril.com)
Marina Lima
se credencia para o camarote
da Brahma.

22 de Fevereiro.
Marina Lima
marcou presença no camarote da Devessa, sábado, no desfile das campeãs.
28 de Fevereiro. (JBlog.com.br) "Tempos de Marina"
- A cantora solta
a voz e fala sobre novos rumos, sexualidade, Rio,

SP e internet:
Você está ensaiando para
o show em São Paulo e teremos um CD pós-
espetáculo nos moldes de “Primórdios”. Essa contramão show-CD é uma marca
registrada?
Não diria que é uma marca, mas o caminho que encontrei para viabilizar estes
projetos, tanto o
“Primórdios” quanto o novo. A partir do sucesso que obtivemos de crítica e
público com o show
“Primórdios”, em São Paulo, foi mais fácil conseguir uma parceria para a
distribuição do CD em
seguida. Acho que, hoje em dia, com a crise do mercado de discos, mostrar o
show antes com o
repertório novo ajuda a criar um interesse e parceria para o CD, depois.
Você está à procura de um teatro para o seu show em São Paulo. Por que não
uma casa
de shows?
Poderá ser também uma casa de shows. A dificuldade é encontrar um bom local,
que tenha datas
livres entre abril e maio. E não só em SP. No Rio também está complicado.
Mas vai rolar, tenho
certeza.
Você se mudou para São Paulo? O que a atrai na capital paulista? Você também
trocou a
cobertura
na Lagoa por um apê em Ipanema. E o seu Rio de Janeiro?
Eu estou part-time aqui, no Rio, e em São Paulo. Muitas coisas me
atraem em SP: a diversidade
cultural, essa quantidade enorme de exposições, shows, mercado de trabalho e
pessoas queridas. Mas você disse
bem, “o meu Rio de Janeiro”... sempre será o meu Rio. Nasci aqui, entendo aqui, me
movimento bem aqui... Mas quero São Paulo também. Afinal, somos brasileiros,
não somos? Então, é tudo nosso.
No seu blog, você diz que o Facebook não te interessa. O que a atrai nas
redes sociais da internet?
Não é que o Facebook não me interesse, tenho o MySpace (muito melhor para
músicos e mais específico), o site com o meu blog e, agora, também o Twitter.
Não me sobra mais tempo para outros! Por mais que goste e use a internet,
preciso de tempo para outros interesses meus.
Você tem pudor em
falar sobre sexualidade?
Olha, falo se acho que cabe no contexto. Não gosto de expor as coisas
gratuitamente. Sou uma pessoa naturalmente reservada.
Está escrevendo um livro, né?
Sim. Conto um pouco sobre a minha relação com as coisas que gosto, que me
interessam, que pegam a minha atenção. Terá textos, uns artigos que escrevi,
algumas partituras, entrevistas, letras, fotos... Quase um almanaque. O nome
será “Entre as coisas”. Quem está me ajudando na organização dele é o
professor Fernando Muniz, um amigo querido que, junto com a Connie Lopes, me
incentivou a fazê-lo.
Quem é Marina Lima
hoje?
Querida... que pergunta difícil... Me falta ainda um poder de síntese melhor
para lhe responder isso... Por que não diz você? (risos)
Nota da colunista: Digo sim. Marina é uma das maiores artistas do país, um
ser humano que tem consciência do seu papel na sociedade, sabe onde pisa e
aonde quer chegar. Uma cantora com alma de artista, mas com espírito de
guerreira e que nos dá orgulho. (Enviado por: Heloisa Tolipan)
2 de Março. Mais um ano do website "O Encanto de Marina Lima" (São 9 anos de
sucesso!).
18 de Março. (Gente.ig.com.br) "Marina
Lima em busca de um lar em São Paulo"
Na primeira fila do
desfile de
Cris Barros, em São Paulo, nessa quarta-feira (17),
Marina Lima
contou que ainda está em busca de um lugar para chamar de seu na capital
paulista. Ela ainda não encontrou o imóvel ideal, mas já sabe para qual
bairro pretende levar seus livros e discos. "Gosto de Higienópolis, mas por
motivos pessoais, ainda estou morando no Rio", disse, referindo-se à mãe,
que está doente. Nos últimos tempos, a cantora passou um temporada em Porto
Alegre, de onde é a sua banda. Em tempo: Marina avisa que vai ser em maio o
show que fará com direção do arquiteto
Isay Weinfeld e repertório inédito. Na seqüência, ela
lançará um CD. (por
Renata Reif, especial
para o iG)
19 de Março. (Sortimentos.net)
“Fragrâncias
OX Cosméticos perfuma o lançamento da estilista Cris Barros” -
Inovadora e criativa, a OX Cosméticos decidiu
perfumar o prédio da Dacon, em São Paulo, onde a estilista Cris Barros
lançou sua coleção de inverno. Os convidados, entre eles a cantora Marina
Lima (na foto ao lado de Cris Barros), receberam como mimo um difusor de
essências com os exclusivos óleos Lótus e Tiaré, especialmente desenvolvidos
por Cris Barros e pela OX para perfumar ambientes. O evento aconteceu no dia
17 de março.
22 de Abril.
Marina Lima
se apresentou para os participantes do evento corporativo IT Forum, no
Iberostar Praia do Forte Hotel, na Praia do Forte - BA.
6 de Maio.
(Revista Caras/Caras.com.br)
“Marina Lima
aprecia o belo” -
Entre 29
de abril e 2 de maio, o icônico prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera,
na capital paulista, abrigou um dos maiores encontros das artes plásticas na
América Latina. Em sua 6ª edição, a SP-ARTE - Feira Internacional de Arte de
São Paulo reuniu mais de 2500 obras de 1400 artistas renomados e jovens
talentos de 70 galerias do Brasil e outras 10 de países como Argentina,
Uruguai, México, Estados Unidos, Espanha, França e Inglaterra. Oportunidade
de ouro para apreciar também coleções particulares e de museus como o inglês
Tate Modern. No coquetel vip, na quarta, 28, Marina Lima (54) era das mais
entusiasmadas. "O evento é incrível. As galerias colocam os trabalhos que
vendem ali, todas juntas, o que facilita para nós, interessados em artes
plásticas. Num só lugar, se pode ver e comprar trabalhos variados, um Hélio
Oiticica, um Volpi, um Chelpa Ferro (grupo de artistas cariocas), todos na
mesma feira! Realmente, adorei", diz a cantora, que agora se divide entre SP
e Rio.
7 de Maio.
(O
Fuxico.com.br) “Marina
Lima e Ellen Jabour assistem palestra com líder da Cabala”
Um dos
mestres de Madonna, na cabala, o rabino Yehuda Berg, está no Brasil pela
primeira vez e ministrou, na noite de quinta-feira (6), uma palestra no
hotel Sheraton, no Leblon, na Zona Sul do Rio. Atentas aos ensinamentos,
Marina Lima e Ellen Jabour assistiram à palestra de Yehuda, codiretor do
Kabalah Center. Além de Madonna, ele é professor de Demi Moore e Ashton
Kutcher. (por Flavia Almeida)
19 de Maio. (Iguatemisp.com.br)
Marina Lima
mostra seu vasto repertório musical em única apresentação no
One Week,
Lounge One do
Shopping Iguatemi
em São Paulo.
27 de Maio.
(Moda.terra.com.br) “Acquastudio tem trilha sonora de Marina Lima em
desfile” - A marca Acquastudio fechou o primeiro dia de desfiles do Fashion
Rio, no Píer Mauá, ao som de Marina Lima. Com uma cartela de cores quentes
como o pink, laranja e um tom de verde limão fluorescente, Acquastudio
trouxe para sua passarela vestidos estruturados que lembravam formas
arquitetônicas. Muita sobreposição como no look de mil folhas que formavam
pregas, rolos, gravatas, espirais, caracóis e escamas a grife teve como
resultado um verão inusitado. Ao som de Marina Lima que assistiu ao desfile
na fila A, Esther Bauman apostou em vestidos curtos com base rendada que
criou um efeito de lingerie. Ombros estruturados e muito volume foram a nota
do desfile, inclusive nas cabeças das modelos que usaram uma espécie de
capacete do jogo de rúgbi, um tentativa de unir alta costura as atividades
esportivas. Nos pés, sandálias de verniz com saltão plataforma de acrílico,
todos feitos por Fernando pires. Ao fim do desfile a cantora carioca Marina
Lima declarou não estar surpresa por ter sido escolhida para ser a trilha,
"já sabia" ela disse. Com bastante pressa e sendo puxada por seu
assessor, Marina Lima mostrou-se emocionada, "to super contente,
emocionado até". Questionada sobre sua intimidade com a moda a cantora
usou a famosa frase "Adoro moda. É como dizem você é o que você usa".
(Direto do Rio de Janeiro)
(Gente.ig.com.br)
"Marina Lima visita o Fashion Rio e fala sobre moda e uma vitória particular
conquistada através da internet" - Marina Lima sem dúvida alguma é
uma cantora com personalidade. E essa expressão única também é proporcionada
através da moda, como ela mesma atestou minutos antes do começo do desfile
da Acquastudio, na noite de quinta-feira, que encerrou o primeiro dia da
maratona da moda carioca no Píer Mauá. “Não é novo dizer que moda é uma
maneira de se expressar, mas é sempre bom ter esse viés em mente. A gente é
capaz de reconhecer tribos, gosto e até atitudes através daquilo que se
veste. Comigo não é diferente”, disse. A cantora se sentou na primeira
fila da grife e começou a bater papo com o produtor e diretor de TV Candé
Salles. Minutos depois, quem se juntou ao grupo foi o DJ Zé Pedro, que foi
assistir ao desfile fora da mesa de som – para variar. Foi o suficiente para
o espaço ficar mais animado. Marina então falou o que está proibido em seu
closet. “Quase nada é proibido, talvez roupa de bailarina rosa ou um look
Isabelita dos Patins. O resto vale! Gosto muito de vestidos e saias, por
exemplo. Presto atenção na moda porque é um assunto que me interessa. Quando
vou fazer um show, dou pitaco no figurino, mas não sou uma atriz, que
precisa ter uma roupa específica. Dou dicas para ajudar à produção a captar
aquilo que é a minha personalidade, que é o que vai estar no palco”,
disse a cantora. Marina está feliz da vida com uma novidade, que ela contou
em primeira mão para o iG Gente. Na próxima segunda-feira (31) ela vai
apresentar um pocket show no Teatro dos Quatro, no shopping da Gávea, zona
sul carioca, fruto de uma votação na internet. “Toda segunda-feira um
artista se apresenta lá e é o público que escolhe através de votação online.
Achei o máximo terem escolhido o meu nome. Vou apresentar um repertório com
seis músicas novas e outros sucessos revisitados”.
(por Bia Amorim,
iG Rio de Janeiro)
28 de Maio. (RG
Vogue)
RG
adora um show da Marina Lima, cantora ícone dos anos 80, hitmaker total e
cheia de material novo para mostrar. Aparentemente, tem bem mais gente que é
fã dela. Num pit stop no Fashion Rio, no primeiro dia de evento, a Marina
contou pra gente que faz show no teatro do Shopping da Gávea nesta
segunda-feira (30.05). "A ideia é ótima, porque faz parte de um projeto
no qual o artista é escolhido pela internet", explicou. Votação aberta,
sabe? E a Marina ganhou. A apresentação carioca, para esclarecer, não faz
parte da aguardada turnê que ela estreia no segundo semestre, Clímax.
"Mas já mostro um pouco deste trabalho. São sete músicas novas e alguns
clássicos", continuou a cantora, que fez apresentação do tipo no
Iguatemi, em São Paulo. A diferença é que no Iguatemi eram 50 pessoas na
plateia. Agora são mais de 400. Pós Gávea, Marina segue com a preparação de
Clímax. E está animadíssima com o trabalho. "É uma turma muito boa. Tem
todo um trabalho do Isay Weinfeld (ele assina a concepção). A gente já
trabalhou junto em Primórdios, e ele é um grande amigo." Os outros
integrantes da trupe? "O Pedro Igor e o Beto Amaral, os produtores, e a
Helena Linhares, que assina o figurino." E por falar nas roupas: "Eu
sempre gostei de moda. Moda é um código, é a forma que você aparece. O
figurino do show é casado com a concepção dele", explicou sem entregar o
que vai usar. A estréia? "Deve ser em agosto. Vamos começar em Porto
Alegre, porque ensaiei muito lá, e porque é cidade de grande parte da
banda." Pós Porto Algre, Clímax aterrissa em São Paulo antes de seguir
em turnê pelo Brasil todo.
Só para encerrar, este
site quis saber se a Marina vai acompanhar mais algum desfile. "Estou
corrida com show e com os ensaios, mas vou tentar voltar. Quero ver o
desfile da Lenny. Fora a festa dela, que é sempre uma das melhores coisas da
temporada." A gente também acha. (por Redação)
(Brpress.net) “Fernanda
Abreu copiou Marina Lima?”
Uma desconfortável e desconsertante semelhança assombra o novo disco de
Fernanda Abreu – bem, novo é modo de falar, porque a recém-lançada coletânea
Perfil não traz nada de novo, apenas relembra sucessos como Da Lata e Rio 40
Graus. O problema é que a capa é muito parecida, quase igual à do CD de
Marina Lima, O Chamado (1993), criado por Gringo Cardia. Veja e compare - o
conceito e a foto são quase os mesmos. Quem assina a foto da capa do CD de
Abreu é Fernando Torquatto. Ninguém comentou nada, a não ser blogs musicais
como o do antenado jornalista carioca Mauro Ferreira. Perfil está nas lojas
e celebra os 20 anos de carreira solo de Fernanda Abreu. Novamente, seria
mais interessante chegar a esse marco em atividade e produzindo novas
pérolas como as que a ex-Blitz e parceiros já provaram ser capazes de criar.
E com uma capa tão elegante como - mas criativa, como a própria Fernanda.
(por Juliana Resende)
31 de Maio. (Egobywill.com.br)
Povo, tem música nova da Marina Lima na rede, para ensolarar nossos olhos.
Atende por "Não me venha com mais amor". A princípio a artista ficou p... da
vida, mas agora, através de seu Twitter diz que relaxou. (by Will)

foto (via Twitter) do ensaio do novo
show daquela coisa deliciosa
chamada Marina Lima.
(Blogdomauroferreira.blogspot.com)
“Marina alinhava o repertório inédito de 'Clímax'” -
Aos
poucos,
Marina
Lima já alinhava o repertório inédito de seus próximos disco e show,
Clímax.
Um dos trunfos da safra é
Não me Venha Mais com
Amor, primeira parceria com Adriana Calcanhotto. Outra
novidade é
Lex, feita com inspiração em Lisboa (Lex é a sigla do
maior aeroporto da capital de Portugal). Também fazem parte desse novo
repertório
Doce de Nós e um samba,
A Parte que me Cabe.
Clímax,
o show, tem estréia prevista para o segundo semestre de 2010, em São Paulo
(SP). Quem assina a direção é o arquiteto Isay Weinfeld. Na seqüência,
talvez somente em 2011, a cantora vai lançar o disco de estúdio que registra
o repertório inédito lançado no show. Exatamente como Marina fez com
Primórdios,
o show de 2005 que originou, em 2006, o bom álbum
Lá nos Primórdios.
(por Mauro Ferreira)
Junho. (Flamboyant.com.br) "Flamboyant In Concert 2010 apresenta Marina Lima" -
No dia 8 de junho, a
partir das 19 horas, o palco do Flamboyant In Concert (Deck Parking Sul do
Flamboyant Shopping Center, em Goiânia - GO), recebe a cantora Marina Lima,
considerada um dos ícones da música popular brasileira. Na oportunidade, ela
irá apresentar grandes sucessos como "Fullgás", "À Francesa" e "Virgem",
além de canções inéditas que farão parte do novo trabalho com estreia
prevista para 2011.
(Revista Mitsubishi)
“Alma Inteira” - Marina me recebe dentro de um luxuoso quarto de hotel
paulistano. Nossos encontros costumam ser em quartos de hotel, penso quando
entro. O primeiro foi há seis anos, no carioca Marina. Ela estava saindo de
uma depressão e me impressionou a intensidade com que ruminava e deglutia
todas as perguntas. Não é comum que o entrevistado leve a entrevista desse
jeito tão analítico. Mas Marina é uma mulher intensa; e extremamente
metódica, confissão que faz quando me vê observar duas garrafas d’água, uma
com gás e outra sem, na mesinha que fica na ponta do sofá onde devo me
sentar. “Ah, aquele é o lugar que fiz para você”, diz quando me sento
na ponta errada. “Não sei se prefere água com ou sem, então coloquei uma
de cada.” Ainda andando pelo cômodo, enquanto termina de arrumar a mala
(ela voltaria para o Rio logo depois da entrevista), me conta que a mãe está
com leucemia e que muita coisa mudou em sei anos. “Vendi a cobertura da
Lagoa com vista para o mar onde morei por doze anos, aluguei um apartamento
em Ipanema com vista para dentro e perdi um irmão.” De constante mesmo,
apenas aquilo que Lea chama de clã: seus três cachorros. Ao contrário do que
possa parecer, as palavras vão saindo dela sem peso, sem fardo. Tudo em
Marina parece estar sendo resolvido, analisado. Noto que estamos prestes a
entrar em ambientes cheios de revelações e reflexões. Peço para ligar o
gravador... (por Milly Lacombe)
1º de Junho. (Blogdomauroferreira.blogspot.com)
“Marina
apresenta cinco inéditas na volta ao Rio” - Afastada dos palcos cariocas
desde 2008, Marina Lima aproveitou a oportunidade de voltar a cantar no Rio
de Janeiro (RJ) - por ter sido a artista mais votada do projeto Peça MPB
- para apresentar em primeira mão aos seus conterrâneos uma das músicas
inéditas, Keep Walking, que vão figurar no repertório de seu próximo
disco e show, Clímax. Balada de energia roqueira, composta em inglês,
Keep Walking foi uma das boas novidades do roteiro do show feito pela
artista no Teatro dos Quatro, na noite de 31 de maio de 2010. A cantora -
vista em fotos de Mauro Ferreira - também mostrou as inéditas Doce de
Nós, Não me Venha Mais com Amor (parceria com Adriana Calcanhotto),
Lex (cujo arranjo remete ao som do grupo Radiohead) e A Parte que
me Cabe. Entre hits como Fullgás e Virgem, Marina arriscou
ainda releitura cool de Call me, sucesso de Chris Montez em
1965. Eis o roteiro do show Marina Lima em Revista, que, ao contrário
do que faz supor o título, aponta para o futuro e mostra que Marina (ainda)
esbanja atitude e estilo: 1. Fullgás (Marina Lima e Antonio Cícero) 2.
Doce de Nós (Marina Lima) 3. Charme do Mundo (Marina Lima e Antonio Cícero)
4. Não me Venha Mais com Amor (Marina e Adriana Calcanhotto) 5. Call me
(Tony Hatch) 6. Três (Marina Lima e Antonio Cícero) 7. Me Chama (Lobão) 8.
Tempestade (Zélia Duncan e Christian Oyens) 9. O Chamado (Marina Lima e
Giovanni Bizzotto) 10. Keep Walking (Marina Lima) 11. Lex (Marina Lima) 12.
A Parte que me Cabe (Marina Lima) 13. Virgem (Marina Lima e Antonio Cícero)
14. À Francesa (Cláudio Zoli e Antonio Cícero) Bis: 15. Mesmo que Seja Eu
(Roberto Carlos e Erasmo Carlos) Bis 2: 16. Deixe Estar (Marina Lima e
Antonio Cícero). (por Mauro Ferreira)
(Blogdomauroferreira.blogspot.com)
“Marina expõe urgências a caminho do 'Clímax'” - Título: Peça MPB - Marina
Lima em Revista Artista: Marina Lima (em fotos de Mauro Ferreira) Local:
Teatro dos Quatro (RJ) Data: 31 de maio de 2010 "Este não é um show novo...
Ainda não é o Clímax... É um show a caminho de...", conceituou Marina Lima,
logo após apresentar a inédita Doce de Nós para o público antenado que
encheu o Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro (RJ), na noite de 31 de maio
de 2010. Havia um clima de expectativa no ar. Era, afinal, a volta de Marina
aos palcos cariocas - após ausência de um ano - e era também a primeira vez
que seus fãs cariocas iriam conhecer ao vivo o repertório inédito que a
artista já alinhava para formatar o roteiro do show Clímax, ainda sem
data certa para subir à cena (cogita-se que seria em São Paulo no segundo
semestre, mas, por ora, nada há de concreto). De quebra, o público ouviu
Marina refazer antigas incursões pelos repertórios de Lobão (Me Chama,
perfeitamente ajustada ao tom quente do show), Zélia Duncan (Tempestade,
belo momento do roteiro) e Erasmo Carlos (Mesmo que Seja Eu, com
pausas inusitadas que revalorizaram o número). A expectativa foi cumprida.
 
A caminho
do Clímax, aos 54
anos, Marina
expressa
dores, inquietudes e urgências típicas
do que se
pode chamar maturidade. "Me deixe
quieta com
a minha solidão / A vida é minha e
também meu
coração / E, se você já encontrou
sua
parte, / Me Deixe em paz / Atrás
da parte
que me
cabe", suplica em versos de
A Parte
que me
Cabe, pseudo-samba em que confronta
sentimentos
e atitudes da juventude
com as
aspirações da
tal maturidade. Marina já parece
saber que nada será como
antes. E não é. Mesmo os velhos sucessos - como Charme do Mundo
(1981) e O Chamado (1993) - soaram novos, repaginados para os tempos
modernos pelas programações eletrônicas urdidas pelo baixista e guitarrista
Edu Martins. A voz, que ameaçou não sair no primeiro frio número, Fullgás
(1984), acabou vindo para ajudar Marina a expressar toda a atitude que há em
inéditas como Não me Venha Mais com Amor - primeira parceria com
Adriana Calcanhoto, já em rotação em rádios de São Paulo (SP) - e também na
abordagem cool de Call me, o tema gravado por Chris Montez em
1965, reminiscência da "pré-adolescência" de Marina, como ela contou no
show. Ao desconstruir o ritmo da música, a cantora evidencia a pungência
escondida na letra escrita por Tony Hatch na forma de recado para o ser
amado em (imaginado) sofrimento. Recado é também o que Marina manda através
dos versos de Lex, inédita envolta em arranjo que evoca o som cheio
de camadas do grupo inglês Radiohead. "Teus olhos cansados evocam os
fados para eu não mais partir", relata Marina, expondo dor de amor
vivido em Lisboa. Em Lex, ficam evidentes a firmeza e a atitude da
artista. A energia posta na interpretação valoriza música que, numa primeira
impressão, não reedita a inspiração melódica de tempos áureos - evocada no
recente tango Três (2006). Doce de Nós deixa a mesma sensação.
Mas fica boa impressão de Keep Walking, balada embebida em clima
roqueiro. E, em português ou em inglês, as letras continuam invariavelmente
interessantes. Até porque, em cena, com sua guitarra encorpando o som
produzido pelo trio esperto, Marina Lima ainda parece ter todo o charme do
mundo. Nesse show de transição, pontuado por interrupções e reclamações
sobre o som, fica claro que a artista está em sintonia com os dias de hoje,
driblando as limitações vocais com bravura - atestada pelo sons guturais
emitidos em O Chamado - e expondo as urgências existenciais de quem
tem o charme - mas já não todo o tempo... - do mundo. Marina vai chegar ao
Clímax com atitude!
(por Mauro Ferreira)
3 de Junho. (Infinitivamente Pessoal) "Boletim
Clímax: Marina Lima em Revista"
À caminho
do 'Clímax', Marina decidiu cair na estrada para testar o repertório do que
virá a ser o próximo show. A cantora se apresentou segunda-feira (31/ 05) no
Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro, dentro do projeto 'Peça MPB', tendo
sido a artista mais votada para realizar o show. Marina, que ficou 2 anos
sem se apresentar no Rio, voltou para apresentar o show 'Marina Lima em
Revista' que, ao contrário do que o título faz supor, aponta para o futuro.
Ela apresentou 5 canções inéditas: "Doce de Nós", "Lex", "Não me Venha Mais
com Amor", "A Parte que me Cabe" e "Keep Walking". Cantou sucessos, dentre
eles "O Chamado", "Charme do Mundo" e "Me Chama", canções da memória afetiva
("Call Me" - sucesso de Chris Montez de 1965, composta por Tony Hatch),
revisitou hits ("Mesmo que Seja Eu" e "Deixe Estar") e entoou hits
eternos ("Fullgás" e "Virgem").
(por
Bruno Cavalcanti)
19 de Junho. (Caras.com.br) "Cantora
faz temporada de ensaios em Porto Alegre"
A cantora
carioca Marina Lima prepara-se para estrelar um novo show ainda neste
semestre, em São Paulo, e escolheu o Sul para sediar uma intensa rotina de
ensaios. Marina, que tem um escritório em Porto Alegre, esteve recentemente
na cidade, onde passou temporada e ensaiou nos estúdios da DDA Produções,
acompanhada pela experiente produtora Bia Wetzel, da Be Produções. Quem
dirige o espetáculo é Isay Weinfeld, e a cantora também conta com os
reforços do produtor musical Edu Martins, paulistano que adotou a capital
gaúcha, e Fernando Sessé, percussionista da turnê. Adepta a uma alimentação
balanceada, nos intervalos dos ensaios Marina pode ser vista apreciando as
delícias de um dos mais tradicionais restaurantes da capital, o Barranco.
Simpática e receptiva, a cantora atendeu com carinho o assédio dos fãs.
7 de Julho.
(Revista
TPM # 100/Revistatmp.com.br)
"Marina Lima conta o que
ainda quer fazer na vida" (por Lu Yoshikawa) - Marina Lima, 54 anos,
cantora: “Eu gostaria de aprender a jogar xadrez. É um desejo antigo, que
por alguma razão nunca consigo realizar.”
12 de Julho.
Morre Paulo Moura.
29 de Julho.
(Jornal O Globo) "Leblon-Jardins" - Marina Lima comprou apê nos Jardins e
mudou-se em definitivo para São Paulo, depois de 50 anos no Rio. No próximo
show, apresenta música com a versão pauliceia para o seu célebre "Hotel
Marina no Leblon". (por Joaquim Ferreira dos Santos)
5 de Agosto.
(Jornal O Globo) "A era do conteúdo" - Atualmente mais
poderosas e rentáveis do que as gravadoras, editoras musicais criam novas
oportunidades, como CDs, DVDs e até livros, para promover o repertório de
artistas de seus catálogos. A EMI Publishing
–
uma associação do braço editorial da EMI Music com a Coqueiro Verde,
gravadora brasileira independente
–
(...) está livre para trocar projetos com quem quiser, tanto que, nos
últimos tempos, também efetuamos muitos negócios coma Sony Music
–
explica André Pacheco (diretor artístico e repertório e diretor de marketing
da EMI Music Publishing), dizendo ser agora a proativa
posição das editoras musicais. Não ficamos mais parados, apenas
administrando as obras de nossos artistas e esperando que sejam gravadas. A
gente tem investido muito, procurando criar novas oportunidades, promovendo
o nosso repertório. A editora tanto promove seus principais compositores
quanto incentiva que novos intérpretes lancem discos baseados no catálogo da
EMI Publishing. A editora também está por trás do DVD "Primórdios", de
MARINA LIMA, gravado ao vivo há três anos no Auditório Ibirapuera, em São
Paulo, e que, inaugura um novo formato, livro/DVD.
–
É um sinal dos novos tempos, afinal, o
público da Marina não a consome no supermercado
–
explica Pacheco, de olho no circuito de livrarias, atualmente o principal
canal para a comercialização de determinados tipos de produção musical. (por
Antônio Carlos Miguel)
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